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POLVO À ESPANHOLA

Autor do gol do título, Iniesta levanta a taça e comemora o primeiro título espanhol (Foto: Reuters)
Por Carlos Alberto Parizzi
O caneco ficou com a Espanha. Foi merecido. A partida final, contra a Holanda, coroou a participação de uma seleção que teve seu favoritismo questionado após a derrota no primeiro jogo contra a fraca Suíça, deu a volta por cima, derrotou uma seleção fortíssima, Alemanha, parta chegar a esta conquista e soube jogar decisivamente quando precisou. A Holanda foi guerreira, teve seus méritos, derrotou o Brasil, sempre temido com qualquer time que venha a exibir. Portanto a vitória espanhola contra a Alemanha, e o triunfo holandês frente o Brasil, credenciou as duas seleções a disputarem esta final.
O jogo em si não foi bom. Parado em demasia com faltas e poucas jogadas de plásticas bonitas. Seus principais astros não estavam num bom dia, e incluo Iniesta, o grande herói da conquista, que não jogou uma grande partida como se esperava, mas teve sua estrela brilhando quando marcou o gol do título na prorrogação. O craque não precisa jogar bem o tempo todo, basta fazer a diferença. Assim foi Iniesta. Mas o título é de todos na delegação espanhola. Vicente Del Bosque foi um comandante vibrante, sem estardalhaços. Sabia o time que tinha na mão. Vinha fazendo um ótimo trabalho na seleção. Não abandonou suas convicções quando perdeu a copa das confederações e foi tido como treinador de uma seleção que “amarela” nas grandes decisões. Continuou seu trabalho e acabou chegando ao topo. Do outro lado estava um time que jogou um futebol não tão bonito, mas eficiente. A Holanda fez uma partida muito apagada, sem ousar muito. Sneidjer e Robben não conseguiram desenvolver seus jogos. A Alemanha poderia estar na final, perfeitamente. Bastava não ter jogado sua pior partida contra a campeã Espanha. Aquele jogo foi uma pré-decisão. Dava a nítida impressão que a Holanda não passaria pelo vencedor daquele jogo.
O “polvo mala” acertou novamente. Paciência. A indicação do Forlán como melhor jogador da competição não me agradou. Iniesta jogou uma copa melhor e acabou decidindo o título. Diria que os dois, juntamente com o Sneidjer, seriam as indicações.
Bem, leitores do “Radio de Verdade”, termino aqui hoje minha contribuição quase que diária ao site. Foi um enorme prazer receber os elogios e as críticas daqueles que criaram o bom hábito de acessarem esta página a fim de ficar em dia com as principais notícias dos meios de comunicação. Até uma próxima oportunidade. Estarei ligado aqui.
* Carlos Alberto Parizzi é comentarista do Jogo Aberto Rio da BAND.
Parecia uma final
Por Carlos Alberto Parizzi
E aquele polvo “mala” acertou de novo. Não entende nada de futebol, mas em matéria de vidência, vou te contar. Brincadeiras a parte, Alemanha e Uruguai foi um jogaço. Cheio de alternativas e nunca decidido antes do apito final. Até o último lance a partida poderia ter mudado com aquela cobrança incrível do uruguaio Forlán no travessão. Já que falei em Forlán, que copa incrível fez ele. Com justiça está entre os 1º melhores podendo ser o melhor da competição. Brigará com o espanhol Iniesta e o holandês Sneidjer. Na realidade o Uruguai foi a grande surpresa da copa. Entrou desacreditada, ninguém arriscou colocar os uruguaios entre os oito melhores do mundo, quanto mais entre os quatro. No jogo deste sábado, na disputa pelo terceiro lugar, aprontou outra surpresa. Com uma motivação extraordinária venderam caro, mas muito caro mesmo, a derrota.
O goleiro uruguaio, Muslera, foi infeliz em dois lances que terminaram em gols alemães. Mas não podemos creditar a vitória alemã simplesmente as falhas adversárias. É uma seleção que reuniu jogadores jovens, uma safra muito boa, que certamente estará aqui no Brasil, em 2014. O que mais me impressionou-nos alemãs foi a habilidade técnica. Vi jogadores dando dribles que eram privilégios do futebol sul-americano, principalmente o nosso. Isso aliado a disciplina tática fez da seleção alemã um grande time. De qualquer maneira alemães e uruguaios terminaram a copa do mundo de parabéns, merecedoras do que fizeram.
Agora é esperar a grande final amanhã. Torço pela Holanda, embora meu palpite seja a Espanha. Vamos ver quem vence, o coração ou a razão.
* Carlos Alberto Parizzi é comentarista do Jogo Aberto Rio da BAND e da Rádio Tamoio 900AM.
Só um passaria
Por Carlos Alberto Parizzi
A vitória da Espanha sobre a Alemanha, 1 a 0, não foi uma coisa imprevisível, mas não era considerado provável. Depois da excelente atuação alemã frente a Argentina, sua seleção entrava nesta partida com um certa vantagem de opiniões. Não chegava a ser um favoritismo. A Espanha está numa ótima temporada e eu apontava como uma das quatro finalistas da copa. Errei as outras três, Brasil, Argentina e Inglaterra. É um time que joga tocando a bola, valorizando sua posse, rodando o jogo de um lado para o outro, esperando a hora certa de dar o bote. Embora viesse vencendo seus jogos não dava sinais de ser aquele time diferenciado. Teve um começo mais ou menos. Começou a crescer a partir das oitavas. É um misto Real Madrid/Barcelona, com bons jogadores e bem entrosados. Aí alguém me perguntaria: “A Alemanha vinha encantando com seu futebol e apontada como a melhor seleção do mundial”. Certo, mas este sistema “mata-mata” proporciona alguns resultados considerados improváveis. Basta um time que vem muito bem estar num dia ruim e tudo que fez até aquela partida vai por água abaixo. Não que a Espanha não mereça ir à final, mas deixar a Alemanha de fora talvez tenha sido um castigo muito grande. Paciência. Só um pode seguir. Venceram os espanhóis e estão na final. Deverá ser um “jogaço”, Holanda e Espanha. Quanto a Alemanha poderá confirmar, contra o Uruguai, se a derrota para a Espanha foi um acidente de percurso ou não conseguiu manter o bom futebol até o fim.
* Carlos Alberto Parizzi é comentarista do Jogo Aberto Rio da BAND e da Rádio Tamoio 900 AM.
Uruguai valente, Holanda eficiente
Por Carlos Alberto Parizzi
Não me surpreendeu a vitória da Holanda sobre o Uruguai. Surpreendente foi a seleção uruguaia estar entre aas 4 melhores do mundo. Estão de parabéns os uruguaios pela luta, disposição e entrega.
Entrar numa copa do mundo desacreditada e chegar as semifinais é uma conquista. Vendeu muito caro a vaga para as finais para a Holanda, que vinha como favorita. Sneidjer não foi brilhante como nas outras partidas, mas é a referência do time junto com o Robben. Foi importante, como sempre, na armação de jogadas e na composição do meio campo na marcação. Ele é um jogador que todo treinador quer ter. Taticamente e tecnicamente é acima da média. O Robben sempre com aquela jogada pela direita cortando para a esquerda e finalizando ou servindo algum companheiro em condições de finalizar. E este é o diferencial deste time holandês. Não é um grande time, mas é eficiente quando necessário. Ficará na espera do vencedor de Alemanha e Espanha, amanhã. Qualquer que seja o adversário da Holanda será uma para duríssima, mas se eu fosse o treinador e me perguntassem quem eu queria na final, diria que a Espanha. A Alemanha tem grandes jogadores, bom conjunto e está acostumada, tradicionalmente, a finais de copa do mundo. A Espanha joga um futebol mais latino. A Holanda já sabe como ganhar os latinos. Geralmente o sangue quente latino influencia negativamente nos jogadores e lhes tiram a tranqüilidade. Os alemães são frios como os holandeses. Sabem esperar a hora para matar o jogo. Vamos ver o que dará amanhã.
*Carlos Alberto Parizzi é comentarista do Jogo Aberto Rio da BAND e da Rádio Tamoio 900 AM.
Deu Alemanha e Espanha
Por Carlos Alberto Parizzi
Dois jogos sensacionais decidiram as passagens de Alemanha e Espanha para as semifinais. No primeiro envolvendo os argentinos contra alemães uma apresentação primorosa dos germânicos. Essa seleção alemã que disputa a copa, que perdeu seu principal astro, Ballack, foi a que mostrou mais obediência tática, padrão de jogo e eficiência até agora. Isso foi justamente o que faltou aos argentinos. Tal qual o Brasil chegou como um dos favoritos e morreu nas quartas. Alguns jogadores alemães despontam na competição embora antes ninguém apostasse neles. Casos do Muller, Ozil e, principalmente, Schweinsteiger, que para mim disputa com Sneidjer, da Holanda, ser o melhor jogador da Copa. Não me esqueci do Klose. Deste já se esperava fazer o papel de artilheiro. Ao contrário, alguns argentinos de quem se esperava muito, nada fizeram. Chegaram cheios de moral e até certa arrogância. Dançaram. O 4 a 0 foi um placar que ficará na história como um dos maiores fiascos do “hermanos”. A Alemanha, que não era muito acreditada, passa a ter favoritismo para conquistar o título.
A segunda partida, que eu pensei fosse fácil para a Espanha, o Paraguai fez 90 minutos de esquema tático muito bom. Marcou a saída de bola do time catalão, dificultando o ponto forte dos espanhóis que é o toque de bola, encurtando os espaços e facilitando acertos dos passes. Hoje a Espanha talvez tenha errado o maior número de passes dos seus últimos jogos. Se os atacantes paraguaios fossem mais eficientes e o resultado poderia ser outro. Foi uma partida emocionante, com direito a pênaltis perdidos, um para cada lado. O treinador paraguaio, Gerardo Martino, foi o personagem do jogo. Fez cinco alterações em relação à equipe que jogou contra o Japão e surpreendeu a “Fúria”. Estão de parabéns os paraguaios. Perderam, jogando de igual para igual, contra uma seleção considerada muito melhor do que eles.
*Carlos Alberto Parizzi é comentarista do Jogo Aberto Rio da BAND e da Rádio Tamoio 900 AM.
Beneficiando o infrator
Por Carlos Alberto Parizzi
Revendo o lance do pênalti cometido pelo uruguaio Suarez, após em cima da linha defender a bola com as mãos, cheguei a conclusão que a falta beneficiou o infrator. Aquela infração tirou Gana da copa. A bola não teria outro destino que não fosse o gol e seria o último lance do jogo. A regra prejudicou quem foi lesado e não quem lesou as regras. Não é justo. Foi um recurso ilegal, a falta, que ocasionou a eliminação da única seleção africana que restava no mundial. Acho que seria mais um ponto a ser discutido na regra. Deveria privilegiar o prejudicado com a marcação do gol. Casos em que a bola fosse salva com as mãos na risca do gol o infrator deveria ser punido com a marcação do gol e expulsão de quem cometeu a falta. Se marcar o pênalti e expulsar o infrator dará oportunidade para quem faz a falta se dar bem. Caso do jogo de ontem. Sobre o jogo achei que Gana poderia ter liquidado o jogo na prorrogação. Seus jogadores estavam bem mais inteiros do que os uruguaios. O 1 a 1 dos 90 minutos foi justo. Passou o Uruguai, mas continuo achando o que disse aqui antes. O vencedor de Brasil e Holanda seria finalista. Portanto acho que a seleção “Laranja” está na final. Posso quebrar a cara, mas é a minha opinião. No futebol admite-se erros por não ser uma ciência exata.
*Carlos Alberto Parizzi é comentarista do Jogo Aberto Rio e da Rádio Tamoio 900 AM.
Tchau Dunga. Vai tarde
Acabou bem antes do que a gente torcia. Mas não antes do que a gente temia. Quem me acompanha sabe o quanto critiquei essa comissão técnica desde o começo. A culpa não é dela. É de quem a pôs. Não soube treinar, não soube convocar, não sou escalar, enfim não soube e não sabe nada. Na partida de hoje o Brasil conseguiu achar um gol com 10 minutos, numa jogada feita por quem não sabe.
O passe do Felipe Melo foi uma surpresa para todos, inclusive para ele. Pediu desde o começo da copa para ser expulso. Acabou conseguindo. Queria que alguém me dissesse um esquema tático desta seleção? Não tem. Se não tem esquema, logicamente, não tem variação. Poderia se deixar o Ronaldinho Gaúcho de fora? Neymar, Ganso? O Dunga falou que os jogadores têm caráter e dignidade. E têm. São mal treinados, isso sim. Depois reclamou que a arbitragem foi pressionada pelos jogadores holandeses. E os brasileiros? Robinho a cada marcação contra só faltava acertar o árbitro. Olhos esbugalhados. Para terminar só quero avisar ao presidente da CBF que 2014 a copa é aqui. Só não pode manter Dunga e o Jorginho na comissão. Vou repetir: “não sabem nada”. Vamos passar até o dia da final da copa somente assistindo.
Espanha mais perto

Magro, mas felizes: jogadores comemoram juntos o gol de Villa sobre os portugueses (Foto: Getty Images)
Por Carlos Alberto Parizzi
Paraguai e Espanha se enfrentarão pelas quartas de final. Os paraguaios surpreenderam chegando até aqui. E foi por seus méritos. Derrubou o Japão hoje, nos pênaltis. Uma partida que demonstrou bem que este era o ponto final para qualquer um dos dois que vencesse. Quando vi a partida ir para cobranças de penalidades, após 120 minutos de 0 a 0, achei que teríamos mais 120 minutos para os pênaltis. Mas o japonesinho nos poupou desse desconforto e mandou uma bomba no travessão. Garanto que esse não deve ter aprendido com o Zico. Só se conseguiu assistir apenas aquele que o “galinho” perdeu contra a França. Lógico que futebol não tem lógica, mas a vitória da Espanha será uma “barbada’ contra os paraguaios, carimbando o passaporte para as semifinais.
Mesmo não sendo brilhante os espanhóis sobraram na vitória por 1 a 0 sobre os portugueses. O time toca bem a bola, encurta a distância dos passes, é rápido e bem arrumadinho. Não tem grandes destaques individuais, mas tem um time muito homogêneo, que mostra sentido de conjunto. É candidato ao título mesmo sabendo que não tem tradição em copas do mundo. Talvez tenha chegado a hora de provar que isto é mais um tabu, e eles existem para serem quebrados. Acho que para a Espanha só falta encarar Alemanha ou Argentina, caso vença chegar a uma final com Brasil ou Holanda, onde aposto nos brasileiros, óbvio. Ou seja hoje é quem está mais próximo da final. Restam apenas duas partidas. O Paraguai não assusta.
* Carlos Alberto Parizzi é comentarista do Jogo Aberto Rio da BAND e da Rádio Tamoio 900AM.
É por aí
Por Carlos Alberto Parizzi
Continuo afirmando que os vencedores dos dois confrontos, Argentina e Alemanha, Brasil e Holanda, serão os finalistas da copa. Não vejo como Uruguai ou Gana superem brasileiros e holandeses. Assim como na outra chave, os quatro que ainda brigam possam vencer argentinos ou alemães. Ficou um buraco técnico muito grande entre essas seleções que dou como favoritas e o resto. Não acredito em nenhuma “zebra”.
O primeiro jogo de hoje, entre Holanda e Eslováquia, ficou evidente como o talento individual interfere numa competição equilibrada por baixo. Robben e Sneidjer sobraram. Sneidjer foi completo. Armou, defendeu, atacou com a mesma eficiência. É o cérebro do time. Robben é mortal naquele corte pelo lado direito do campo para dentro e o arremate para o gol com a esquerda. Assim foi o primeiro gol holandês. A Eslováquia foi até onde podia. Passar daí seria injusto com o futebol. Uma seleção que se defende muito e pouco apresenta de poderio ofensivo, como foi na primeira fase.
O Brasil confirmou supremacia sobre o Chile. Jogou razoavelmente bem. Os chilenos deixaram jogar. Tenho aqui que elogiar alguns jogadores que venho criticando muito, até porque não são meus favoritos para a seleção e não têm categoria, mas neste jogo jogaram muito bem. Gilberto Silva e Michael Bastos jogaram o que a gente pede de um cabeça de área e um lateral. O Michael nem tanto, mas o Gilberto Silva jogou uma partida impecável. Preocupa-me muito a situação do Kaká. Parece mesmo que não está recuperado. Não consegue dar suas arrancadas, perde a bola com muita facilidade e mal nas finalizações. Pena o Ramires ter levado o cartão amarelo. Vamos ter que aturar aquele tal de Felipe Melo. Dunga tinha acertado o time sem querer com a contusão do cara. Bom, mostrou evolução o time, apresentou algumas opções principalmente na formação dos contra ataques. Estamos na briga e com chances. Agora é pensar na Holanda. É outro jogo, talvez o mais complicado para o Brasil. Considero a Holanda e Alemanha os piores adversários. Os argentinos a gente conhece. Quando jogamos contra os caras tremem.
*Carlos Alberto Parizzi é comentarista do Jogo Aberto Rio da BAND e da Rádio Tamoio 900AM.
Dois erros, duas medidas

Carlos Tevez à frente de Messi: ataque argentino terá que destruir a defesa alemã nas quartas (Foto: Getty Images)
Por Carlos Alberto Parizzi
Alemanha e Argentina se enfrentarão na próxima fase. Venceram seus adversários com erros de arbitragem. Não quero dizer que se a bola do inglês Lampard, que bateu na trave alemã e quicou nitidamente dentro do gol, e só o auxiliar não enxergou, mudasse o resultado da vitória da Alemanha sobre a Inglaterra por 4 a 1. Seria o gol de empate caracterizando uma reação inglesa após estar atrás no placar por dois gols. Poderia ser outra partida bem como ter o mesmo desfecho. De qualquer maneira o erro foi grotesco e matou os ingleses naquele momento. A Alemanha mereceu a vitória porque foi melhor a maior parte do tempo. Mais um mito criado pela imprensa que é obrigada a promover o futebol europeu caiu. Rooney provou que é muito menos do que se pinta. Ah, mas estava voltando de contusão! Sim, mas isso não apaga quantas bolas foram dominadas na canela. A função dele é fazer gols, como não fez podemos dizer que passou em branco no mundial, tanto quanto é o seu futebol.
A Argentina também venceu, 3 a 1, mas abriu o placar com um gol ilegal. É muito melhor tecnicamente que o México e a vitória não foi surpresa, mas aquele gol facilitou a coisa. Esse encontro entre Alemanha e Argentina era tão esperado quanto é Brasil e Holanda. Dos vencedores desses dois jogos, para mim, saem os finalistas da copa do mundo. Vamos ver nesses dois próximos dias se estava certo ou não.
*Carlos Alberto Parizzi é comentarista do Jogo Aberto Rio da BAND e da Rádio Tamoio 900AM.
Confira os melhores momentos de Argentina 3X1 México. As imagens são da TV Globo.





